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Testemunho de Rita Alves (Dadora de Medula Óssea) PDF Versão para impressão

“Não há melhor dádiva na vida, do que dar a esperança e voltar a acreditar que aquele será apenas o primeiro dia do resto da sua vida …

24 de Maio de 2013, recebi um telefonema do Centro de Dadores de Medula Óssea (CEDACE) e do outro lado da linha a voz disse: -“A Rita é compatível com um doente. Está disponível para colaborar connosco?” Seguiu-se um silêncio de ambas as partes, sem hesitação respondi: “sim.” Estava decidida. Seguiram-se momentos de alegria e surpresa por toda aquela situação inesperada.

Estou inscrita no banco de dadores de medula óssea desde os meus 18 anos, nunca tinha sido chamada, nem conhecia ninguém que tivesse passado por esta situação e a verdade é que nunca pensamos que nos vai calhar a nós… sendo apenas uma pessoa em 100 mil.

Foi-me então solicitado que me dirigisse, o mais rápido possível, ao hospital mais próximo, para realizar uma colheita de sangue.

 27 de Maio, 11:30 da manhã, dirigi-me  ao Hospital José Joaquim Fernandes em Beja, para fazer a colheita e responder a um questionário. Fui recebida de braços abertos por uma equipa de enfermeiros fantástica.

Continuar...
 
O Filho e a Mãe PDF Versão para impressão

 

Durante a manhã de um dia de meados da década de oitenta, recebo um telefonema de uma pessoa amiga, que me diz:

- A minha mãe necessita de receber transfusões de sangue. Como sabes, ela pertence a um grupo de sangue muito raro. Peço-te que me ajudes. De imediato, contactei pessoas responsáveis pelo serviço de Sangue de um Hospital, colocando-lhes o problema. Responderam-me que dispunham de algumas unidades de sangue do referido grupo sanguíneo. De seguida, trataram-se dos trâmites legais para a transferência do sangue para o local onde se encontrava a doente. Já noite, o filho que havia feito o pedido, vai visitar a mãe doente que, naquele preciso momento, estava a receber o sangue que corria de uma bolsa para as suas veias, através de um tubo e qual não é o seu espanto e emoção ao ler na referida bolsa o seu nome. Afinal, a sua mãe recebeu o sangue que ele próprio havia generosamente e anonimamente doado uns dias antes.

Nota do editor:

Relato de caso verídico por promotor de dádiva perfeitamente identificado.
No início da década oitenta, era prática habitual a inscrição do nome ou iniciais do dador na bolsa de sangue.

 
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