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Começou a dar sangue no quartel do Regimento de Transmissões de Arca D' Água no Porto, onde cumpria o serviço militar obrigatório e não parou mais. Entendeu que era um acto "bom, humano e necessário". Chegou a ser penalizado em prémios de assiduidade na empresa onde trabalhava, mas isso nunca o impediu de dar sangue. Quando chamado à atenção dizia "Esperemos que nunca precisem de sangue para perceberem como é necessário" Tem uma filha dadora. |